
A luz desponta por entre as nuvens e a mente vai-se soltando suavemente das amarras, despertando para a aurora dos dias e de um tempo que tardava em chegar. Continuar a ler

A luz desponta por entre as nuvens e a mente vai-se soltando suavemente das amarras, despertando para a aurora dos dias e de um tempo que tardava em chegar. Continuar a ler

Hoje é o ponto alto das Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, as maiores festas religiosas dos Açores, que decorrem na cidade de Ponta Delgada. Continuar a ler

“Na vida o fim não existe, é apenas um lugar, uma etapa, o começo de algo novo”
“Roger Stankewsky)


És matéria, feita de Amor
Delicada como uma flor
Transbordante, de sensibilidade
És infinita, na tua eternidade
És abrigo, na tempestade
És prisão, feita de liberdade
O teu colo é fortaleza
Devolve alegria à tristeza
O teu poder é transcendente
Feito de coração e mente
O teu toque consentido
Às emoções dá sentido
O teu sofrimento é omitido
Impossível ser medido
És âncora, não podes estremecer
Para melhor os teus filhos proteger
(Manuela Resendes)


A luz do sol entra de mansinho pela minha janela, prenúncio de dias plenos de esperança. Continuar a ler

A vida por vezes carrega-se de tons escuros, mas há sempre quem nos abrigue das tempestades, resgatando-nos da desesperança e devolvendo-nos o riso e o sonho. Continuar a ler

Sonhamos ser livres de voar
Em longas teias, aprisionados
Almejamos o horizonte do mar
Vivendo em porto seguro, atracados Continuar a ler
Felicidade são punhados de vida plena, em que temos a ilusão de que tudo é perfeito!
(Manuela Resendes)


Estes são dias de paragem, de serenidade e de reflexão. Oportunidade para muitas viagens, para conhecer outros mundos, outras culturas, mas a mais importante caminhada é a que fazemos rumo ao nosso íntimo. Continuar a ler

Ouço a batida da chuva lá fora
O rodopio do vento a dançar
ondas que da praia vão embora
Embalam a criança, a chorar
Um sorriso, ilumina a noite
Num inverno sem tormento
O mar se ergue afoito
Lava de espuma, sem lamento
Nos céus uma fúria incontida
Nuvens negras, descem os montes
Mensagem à muito pressentida
Na luz que rasga os horizontes
Sinto agora melancolia
Tocam os sinos da madrugada
No silêncio desta calmaria
Surge uma nova alvorada
Hoje, não sou noite nem sou dia
Quero apenas ser poesia!
(Manuela Resendes)
