Raízes…

Sopra uma brisa de saudade

Ouço o crepitar do fogo na lenha

Vou cantarolando uma resenha

Que tem por nome liberdade

Entre cascatas e pontes seculares

Navegando ao sabor do vento

Vou ganhando um novo alento

Sobre nuvens de cores solares

O galo canta a madrugada

De um tempo sem medida

O sino anuncia a despedida

A enxada repousa cansada

A noite despontou já escura

Perfumada de melancolia

Conta histórias que conhecia

Embala sonhos de ternura

(Manuela Resendes)

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