
Domingo, dia de paragem, de descanso, de deixar que o tempo preste, dando espaço ao recolhimento, dia de nos darmos aos outros, dia de viver a nossa interioridade no conforto da nossa casa, que assume a dimensão do universo, em que nos confrontamos com a nossa luz, com as nossas sombras, num tempo sem tempo. Continuar a ler















