
Estamos felizes; hoje ganhámos uma hora… fomos donos do tempo! Continuar a ler

Estamos felizes; hoje ganhámos uma hora… fomos donos do tempo! Continuar a ler

A luz reflete-se no mar
Formando um manto prateado
Permite o sonho, já sonhado
De no seu leito poder amar
Despojas-te do teu brilho
Para que outros possam luzir
E num espelho refletir
Pegadas de um novo trilho
Beijas as ondas, suavemente
Ou é uma mera ilusão
Ou será apenas uma visão
Quando a brisa bate levemente
(Manuela Resendes)


Nunca tivemos ao nosso dispor tanta tecnologia, tanta máquina, tanta ajuda para o desempenho de tarefas repetitivas e rotineiras. Contudo, nunca o tempo foi tão escasso para estarmos, sentirmos e usufruirmos… Continuar a ler

Acordo e logo me invade a alegria” infantil” de um recomeço… Continuar a ler

A vida é por si só um enigma que nunca compreenderemos cabalmente pois essa é a sua própria essência. Continuar a ler

Gosto destes dias de pausa!
Gosto de acordar cedo, mas devagar, sentindo a brisa de Outono e esta inquietude aparente, em que o canto dos pássaros ecoa mais longínquo e os dias se revestem de um tom prateado. Continuar a ler

Abro a janela ao acordar e a brisa sopra já com aroma de Outono. As tardes de um tempo não cronometrado, estendendo-se de forma lenta e tranquila até ao colorido pôr do sol, vão perdendo o brilho estival. Continuar a ler

Palavras que brotam coloridas
Pelo brilho de um olhar
Embaladas nas ondas do mar
São as minhas preferidas
Se exprimem verdade e justiça
Enchem corações magoados
Libertam silêncios abafados
Num mundo ingrato de cobiça
Outras nascem desamparadas
Carregadas de frustrações
Ditas no auge de emoções
Soltam-se de nuvens pesadas
Por vezes surgem caladas
Em fronteiras inaudíveis
No coração ficam tatuadas
Por entre sons intangíveis
Podem-se revestir de dor
Ou libertadoras do riso
Mas aquilo que mais preciso
Que tenham o sabor do Amor!
(Manuela Resendes)


Certamente já vivi mais anos do que aqueles que tenho para viver… Continuar a ler

Olho a minha janela e o sol desponta de entre as nuvens, tímido, mas sereno, iluminando as gotas de orvalho pousadas em flores adormecidas, que hoje germinam. Continuar a ler